Por dentro da arquitetura.
Ao lado de quem projeta.
Conheça a história, as ideias e o fundador por trás do trabalho.
Nossa história
A DOFE nasceu em outubro de 2025, fundada por Fernando Castello Branco pouco antes de ele se formar em arquitetura pela FAAP. O começo foi a renderização: imagens de arquitetura produzidas em tempo real, com placa de vídeo. Antes da inteligência artificial, essa era a tecnologia que mais evoluía no mercado de visualização, e cada atualização mudava a forma de trabalhar.
A ideia era simples. O render custava caro por quatro motivos: o tempo de máquina, o preço do equipamento, a falta de informação e as revisões. Nenhum deles tinha relação com a qualidade do projeto. Com método, conhecimento técnico e boas máquinas, era possível entregar imagens de qualidade em menos tempo e por um preço mais acessível.
Logo depois, a IA mudou a forma de produzir imagens. O mercado se encheu de cursos caros que vendiam prompts genéricos, sem atualização e sem cuidado com a fidelidade ao projeto. Também surgiram estúdios de imagem com IA, que a DOFE respeita, mas que tiveram vida curta.
Em fevereiro de 2026, a DOFE dedicou um mês inteiro a testar o que a IA podia fazer com imagens de arquitetura: alterações, simulações e possibilidades muito além das poucas funções que os cursos costumam ensinar. Em março, definiu o que realmente valia oferecer. Em abril, começou a vender. Chegou depois de boa parte do mercado, mas com cada serviço estudado e testado.
Ao entrar na IA, a DOFE também mudou a forma de cobrar. No render tradicional, cada imagem era orçada caso a caso, e boa parte das revisões não tinha relação com o projeto: eram ajustes de exposição, de luz ou de gosto, que aumentavam o prazo e o preço. Com a IA, o custo de produzir uma imagem passou a ser medido em créditos. A DOFE desenhou cada serviço a partir desse custo e adotou o preço fixo, sem orçamento aberto.
Com isso, a revisão mudou de papel. Ela deixou de ser um ajuste de gosto e passou a ser uma garantia de fidelidade: se a imagem não sai fiel ao projeto, como prometido, a DOFE corrige. Se o cliente quer outro efeito, outra atmosfera ou outra composição, isso é um novo trabalho, oferecido como serviço próprio e com preço definido. Essa clareza diferenciou a DOFE de quem trabalhava por orçamento e sustentou a empresa desde então.
Toda plataforma de IA avisa que suas respostas podem conter erros. A DOFE parte do princípio oposto: um serviço só entra à venda quando entrega o resultado que se esperaria de um software específico de arquitetura. O que ainda não chega a esse nível continua em estudo.
Para isso, cada método é registrado. Com o tempo, ele é refinado, condensado em arquivos de instrução e testado em diferentes instâncias e plataformas de IA. Esse registro acumula conhecimento, aumenta a taxa de acerto, reduz perdas e permite acompanhar as atualizações das ferramentas sem perder qualidade.
Com a IA, a DOFE também passou a trabalhar de forma digital. Hoje atende arquitetos autônomos, escritórios e designers, muitos deles de outros estados.
Agora, a DOFE entra em uma nova fase, e o foco muda. Os princípios que sustentaram as imagens — estudo, método registrado, preço claro e responsabilidade pelos erros — passam a ser aplicados ao restante do escritório de arquitetura. Quase tudo o que se faz no computador de um escritório pode ser apoiado por IA, desde que haja os softwares, as máquinas, o conhecimento das ferramentas e o domínio do custo de cada processo. O principal deles é a produção de projeto com IA: a DOFE executa pedidos que vão do croqui ao render e do modelo ao detalhamento. Ao lado dele, estão os serviços voltados à rotina do escritório: contexto para a IA, propostas, briefings e consultorias. Outros entram conforme a demanda.
As imagens continuam na DOFE, com o mesmo cuidado de sempre, mas agora são uma parte do trabalho, e não o centro dele. Em tudo, permanece o olhar de quem é da arquitetura e o incentivo ao uso consciente da tecnologia.
Nosso propósito
Ajudar quem trabalha com arquitetura a comunicar seus projetos e a organizar o escritório com inteligência artificial, com direção profissional e uso consciente da tecnologia.
A DOFE atua em tudo o que acontece fora da obra, em arquitetura, interiores, construção e mercado imobiliário: da imagem que apresenta o projeto à proposta, ao briefing e à rotina do escritório. O objetivo é que a tecnologia seja simples e rápida de usar, sem exigir que o cliente se torne especialista em IA.
Por isso, o cliente paga pelo resultado, não por um curso nem pelo erro. Nos serviços executados pela DOFE, basta ter WhatsApp.
Quem somos
A DOFE é uma empresa de tecnologia para arquitetura, fundada e conduzida por um arquiteto. Trabalha para arquitetos autônomos, escritórios e designers, e cuida de partes do trabalho que acontecem fora da obra e dentro do computador: a produção de peças de projeto, a imagem que apresenta o projeto, o contexto de que a IA do escritório precisa, as propostas, os briefings e a orientação sobre como usar a tecnologia.
A DOFE trabalha para quem projeta. As decisões de projeto continuam com o arquiteto; o papel da DOFE é executar com método o que pode ser feito com IA e devolver um resultado pronto para uso.
O atendimento é principalmente digital, do briefing à entrega. Por isso, a DOFE atende clientes de diferentes estados com o mesmo processo.
Cada trabalho passa pela leitura de quem é da arquitetura. Antes de qualquer ferramenta, vem o entendimento do projeto e do que o cliente precisa.
Fundador
Fernando Castello Branco
Arquiteto e fundador da DOFE Soluções Arquitetônicas.
Fernando cresceu em uma casa com forte incentivo à tecnologia. Nunca soube desenhar à mão, mas, antes mesmo da faculdade, já desenhava casas no SketchUp.
Antes da arquitetura, cursou um ano de engenharia no Instituto Mauá de Tecnologia. Depois seguiu para o curso que sempre quis fazer e se formou arquiteto pela FAAP, em dezembro de 2025. Durante a graduação, estagiou fazendo renderizações. Em outubro de 2025, pouco antes da formatura, fundou a DOFE.
Desde o início de 2026, faz parte da primeira turma da pós-graduação (certificate) em Negócios de Arquitetura da ESPM com a Casa Vogue, voltada à gestão e ao mercado da profissão.
Na DOFE, Fernando acompanha o cenário mundial de tecnologia e o mercado brasileiro de arquitetura, entende o que os escritórios realmente precisam e transforma essas demandas em serviços que funcionam na prática.
A visão dele é que a DOFE deixe uma marca no mercado de arquitetura — mais pelo que muda na forma de trabalhar dos escritórios do que pela tecnologia que usa.
Segurança
Cuidado com as informações do escritório e com os materiais de cada projeto.
A DOFE pede apenas as informações necessárias para cada serviço. Nos serviços de imagem com IA, por exemplo, o trabalho parte de prints e imagens, e não do arquivo completo do projeto.
Quando uma etapa usa inteligência artificial, ela é feita em contas profissionais pagas, com a opção de uso dos dados para treinamento desativada. Dependendo do serviço, o material passa por uma ou mais ferramentas, escolhidas de acordo com o que cada etapa exige.
Os arquivos ficam guardados apenas durante o atendimento, no computador de trabalho e no armazenamento em nuvem da DOFE. Após a entrega, eles são apagados. Se for preciso retomar algo depois, a DOFE pede ao cliente que envie o material novamente.
Os arquivos e as informações dos clientes não são repassados a terceiros.
A DOFE divulga apenas trabalhos e estudos próprios. O projeto de um cliente só aparece nos canais da DOFE quando o próprio cliente pede ou autoriza, e nesse caso ele é marcado.
Para quem precisa de sigilo formal, a DOFE oferece um termo de confidencialidade.

